Em entrevista, a apresentadora disse não ter dado importância aos comentários. "Não discrimino ninguém. Também não levanto bandeiras", disse
Em entrevista à colunista da Folha de S. Paulo,
Mônica Bergamo, a modelo disse que não se incomodou com os comentários
na internet, que debateu um suposto racismo da entidade do futebol. Ela
contou que aceitou a proposta desde que foi convidada pela Fifa há mais
de seis meses.Leia também:Fifa veta Lázaro Ramos e Camila Pitanga no
sorteio da Copa e é acusada de racismo"Eu sou funcionária, uma
comunicadora. Fui convocada e como tal aceitei e vou fazer o meu
trabalho. O que eu tenho a ver com isso? Só porque eu sou branquinha?",
questionou Fernanda. "Não discrimino ninguém. Também não levanto
bandeiras. Simplesmente acho que a gente tem que ser respeitado, sem
violência. Eu não alimento esse tipo de coisa", disse. Fernanda e
Hilbert, que são casados, fazem parte do quadro artístico da TV Globo. A
apresentadora já havia participado do sorteio para os grupos das
eliminatórias. A Fifa vai divulgar também os demais artistas que estarão
no evento, assim como as personalidades do futebol.
A polêmica começou depois que os nomes dos atores
Lázaro Ramos e Camila Pitanga foram vetados para apresentar o evento de
sorteio dos grupos da competição. O Comitê Organizador Local da
organização alegou que a escolha por outros nomes não tem nenhuma
ligação com questão racial e informou que prefere "um nome mundial mais
forte", já que o sorteio dos grupos serão transmitidos para todo o
mundo.
O fato, no entanto, gerou indignação nos internautas
não apenas pela recusa dos dois atores globais, que são negros, mas
pelo fato de a própria Fifa ter escolhido a apresentadora Glenda
Kozlowski, também funcionária da Rede Globo, para apresentar o sorteio
da Copa das Confederações, em 2012.

Nenhum comentário:
Postar um comentário